February 23, 2012


Linha de raciocínio à la uma-coisa-puxa-a-outra

And once again, it’s once again.

É complicado cair água abaixo por conta das suas próprias expectativas, como se você tirasse sua própria cadeira ou puxasse seu próprio tapete. É um dilema muito grande, não criá-las, principalmente em cima de pessoas, ‘’’’as pessoas podem te machucar’’’’’, mas no final das contas se foi você quem as criou, então a culpa é somente sua. Mas criá-las não pode ser considerado um último sopro de esperança no ser humano? Não pode ser visto como uma faísca de possibilidade de que as coisas dêem certo entre você e o resto dos seres homens? A resposta não me parece ser nada mais que simplesmente “Depende da sua disposição em procurar”. Procurar hoje em dia é algo cansativo, é algo frustrante principalmente quando se trata de pessoas vivas.

Egoísmo, receio em se envolver em qualquer tipo de relacionamento, falta de boa vontade, sinceridade perdida, ASCO de expor o que sente… O ser humano anda cheio de ‘nãos’ e se tornando tão individualista que ainda dá pra me perguntar se podemos chamar a sociedade por esse nome. Sociedade, do latim: societas, que significa “associação amistosa com outros”, isso é um lindo conceito do passado, hoje podeeríamos nos referir à massa humana como somente “euciedade”, ou “nãociedade”, ou “estou-me-privando-de-viver-ciedade”, ou “estou-sozinho-ciedade”, enfim, vários nomes podem ser sugeridos e a merda vai continuar a mesma.

A internet anda promovendo um certo endeusamento das pessoas, os perfis de facebook são todos estilizados como se todos fossem popstars, dizendo “veja, sou super interessante e sexy, venha me conhecer” mas no final das contas, elas não querem isso, porque cansam umas das outras com uma facilidade tremenda, por que não tem mais o interesse em simplesmente parecer normal. O interesse emparecer normal se perdeu, pode imaginar que caótico? Eu posso! Hoje o hype é ser estranho, ser nerd (NERD É PRA SOFRER BULLYING E NÃO RPA SER IDOLATRADO, PREFERIA OS NERDS SENDO EXCLUÍDOS QUE SENDO VISTOS COMO TRENDY) quando as pessoas tornam-se estranhas, elas acabam mostrando mais do que era o de costume antigamente, com isso a sua individualidade se torna somente uma dentro de inúmeras, elas estão sendo enfiadas nas nossas gargantas, empurradas com controles de videogame e artigos vintage.

O normal é ser estranho, o estranho cansa e desinteressa como já disse antes, desinteressa por que passa a sensação de que você ja viu o que queria, ninguém quer ficar vendo as mesmas esquisitices repetirem-se. As pessoas querem achar novas “peculiaridades” para poderem rir mais.

Como esperar uma atitude de alguma pessoa hoje em dia? Só se for de alguém bem especial, certo? Não, não está certo, ninguém é mais especial, o especial é normal, todo mundo é especial, pode perguntar para qualquer psicólogo por aí.

Resumindo, crianças. Esqueçam essa idéia de fazer planos envolvendo segundos, de criar expectativas e esperar que coisas legais apareçam sem que você precise sair do casulo, desmontar a armadura. Estranho isso, mas ao mesmo tempo que não querem se expor, procuram se impor: “veja, eu sou interessante, sou espontaneo e inteligente” mas não gosta de se abrir. Aí eu digo “UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAU QUE PALHAÇADA!” faça-me o favor, se você está tentando se vender no facebook ao menos entregue o peixe que vendeu.

Expectativas – alimente-as se estiver preparado para os danos. Só sei que vou continuar estimulando as minhas, baques todos recebem e se eu estou aqui segurando-me às minhas esperanças, é por que algum motivo eu vejo para fazer o mesmo.

A culpa é sua por se foder no final de tudo. Será que vale a pena depositar uma certa importância em tudo isso, em alguém?? Até que minha paciência se esgote, estarei tentando descobrir.

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December 29, 2011


December 4, 2011


Blue Orchid

Blue Orchid

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October 29, 2011


Sleepy cat John S Lens, Ina’s 1969 Film, No Flash, Taken with Hipstamatic

Sleepy cat

John S Lens, Ina’s 1969 Film, No Flash, Taken with Hipstamatic

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Hipstamatic John S Lens Ina's 1969 Film No Flash

October 4, 2011


September 21, 2011


Chilly summer chills

“Surechigai zama

Hohoemi kureta

nido to aenaku-tatte ii

Kimi ga ita kara LUCKY da!”

               (Happatai - Yatta!)

e então ele se viu lonje da sua realidade monótona, após alguns dias de diferentes ares sua ficha caiu, e naquele momento, ele entendeu que tudo que precisava estava ali, e estava em lugar nenhum, pois ele não precisava de mais nada.

minha casa está a quilometros de distância, mas foi aqui que me senti em casa por alguns momentos, foi aqui que consegui acalmar minha mente e relaxar meu corpo, foi aqui que eu entendi o que é ter paciência. Esta não é minha casa mas por alguns dias foi meu lar, e você contribuiu para que ele fosse mais doce.

difernetemente do meu dia-a-dia, nada aqui foi planejado, nada foi premeditado, simplesmente deixei-me levar pelas neblinas densas e pelo sentimento de liberdade. E o acaso me trouxe até você.

Me trouxe também muitas outras coisas que eu nunca havia pensado em vivenciar, não a mim - uma pessoa tão fria e dura de quebrar. Me trouxe a sensação de aventura, juventude e momentos cheios de detalhes salpicados.

eu queria te agradecer novamente, não só por ter compartilhado comigo tão sublimes momentos, mas por ter me feito crer novamente na inocência da mente humana, na sutileza dos gestos e na eterna insegurança de todos nós. Mesmo que só por poucos dias as coisas tenham sido tão especiais, você possui uma pequena parcela dessa alegria. Os momentos foram inesquecíveis, foram purificantes e inesperados.

Obrigado por tudo, obrigado pelo acaso, pelas memórias, e pelos sorrisos

a incerteza é grande do ‘talvez’ adeus, mas ela não me faz sofrer

ela me anima a continuar seguindo, por que um dia quem sabe, o acaso não nos una de novo, e se não se unir, eu me considero sortudo só pelo pouco tempo que tivemos, pelas risadas que demos, e pelas fotos que não tiramos, mas ficarão guardadas com carinho nos corações de nós dois.

e assim como quando nós estávamos juntos, o mundo lá fora continuava agitado, louco e pulsante, o nosso mundo continuava lento e calmo.. e é nesse mundo que minhas memórias ficarão, também calmas e deliciosas.

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August 22, 2011


Como diriam Paul Simon & Garfunkel:

The autumn winds blow chilly and cold

I’m back :)

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May 26, 2011


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Yellowcard - Dear Bobbie

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